<i>Avancemos!</i>
A campanha eleitoral para o Parlamento Europeu demonstrou, uma vez mais, que, apesar das tentativas para iludir as suas profundas responsabilidades e acordo quanto às políticas da União Europeia, PS, PSD e CDS-PP não têm nada de novo a oferecer ao País a não ser a acentuação da política de direita, que está na causa da contínua degradação das condições de vida da esmagadora maioria do povo português.
A campanha eleitoral demonstrou igualmente que só as forças que integram a CDU protagonizam e lutam por um projecto verdadeiramente alternativo, coerente e consequente. Ou seja, só a CDU pugna pela salvaguarda e plena afirmação da soberania nacional, como condição necessária para o desenvolvimento do País e a cooperação na Europa; pela justa redistribuição da riqueza criada, valorizando os salários, as pensões e as reformas e ampliando e promovendo os serviços públicos para garantir dignas e melhoradas condições de vida aos trabalhadores e às populações; pela defesa da produção nacional, da agricultura, das pescas, da indústria e o controlo democrático, propriedade pública e colocação ao serviço do povo português de sectores essenciais (banca, energia, transportes, telecomunicações) ao progresso económico do País; pela paz e o fim da participação de Portugal e de forças militarizadas portuguesas na ingerência e agressão a outros povos.
A campanha eleitoral demonstrou que nenhuma outra força política assume e luta por este projecto emancipador e progressista, aliás consagrado (apesar dos sete processos de revisão) na Constituição da República Portuguesa. De outra forma não poderia ser, pois PS, PSD e CDS-PP são as forças da política da direita, tanto a nível nacional como na União Europeia, e o Bloco de Esquerda, tal como o PS, PSD e CDS-PP, defende e propõe o reforço dos poderes desta União Europeia, desprezando e desvalorizando a soberania nacional como garante da democracia e do progresso do País.
Falar, falar e falar
uma vez mais!
Tal como a ímpar e intensa intervenção realizada pelos deputados eleitos nas listas da CDU no Parlamento Europeu só foi possível e é resultado do trabalho e dedicação dos muitos e muitos militantes e activistas que integram este grande colectivo que é a CDU, também a presente campanha eleitoral para o Parlamento Europeu não podia ser realizada apenas pelos 30 candidatos.
Na nossa campanha eleitoral coexiste uma multiplicidade de iniciativas, mais ou menos participadas, mais ou menos conhecidas, exigindo mais ou menos organização, como a nossa grande marcha, os comícios, as sessões, as arruadas, a colocação da propaganda, entre muitos outros exemplos. No entanto, tão importante é a nossa participação nesta campanha (mais colectivamente) organizada como naquela outra que depende (apenas e só) da nossa iniciativa individual, junto da família, dos amigos, dos conhecidos, no local de trabalho ou de estudo, no bairro ou na rua onde moramos.
Só pela iniciativa de cada um de nós (colectiva ou individualmente organizada) é que poderemos todos chegar mais longe no dia 7 de Junho, conseguindo um melhor resultado para a CDU, tão útil para a continuação da luta que travamos.
Até dia 7 de Junho, até ao último momento, façamos (todos e cada um de nós) com que a nossa palavra de esperança, de determinação e confiança chegue a todos quantos estão à espera dela, os que indignados e revoltados aspiram por uma verdadeira mudança no País, só tornada possível pelo voto na CDU.
Para que aqueles que, ilusoriamente (e enganados), pensam que a abstenção ou o voto em branco é a mais firme expressão do seu protesto adquiram a consciência de que o seu voto, para ser verdadeiramente consequente e útil, deverá ser utilizado para dar força à CDU, a única força política (e mais nenhuma outra) que durante todos estes anos (e não só antes das eleições) lutou, mobilizou e organizou a luta contra a política de direita do PS (do PSD e do CDS~PP).
Aqui estamos!
Aqui estamos, como sempre estivemos e estaremos, intervindo, lutando, convictamente, unidos, de forma generosa e colectiva, para abrir o caminho da esperança, da liberdade, da justiça, da democracia e do progresso, do fim da exploração do homem pelo homem.
Avancemos!
A campanha eleitoral demonstrou igualmente que só as forças que integram a CDU protagonizam e lutam por um projecto verdadeiramente alternativo, coerente e consequente. Ou seja, só a CDU pugna pela salvaguarda e plena afirmação da soberania nacional, como condição necessária para o desenvolvimento do País e a cooperação na Europa; pela justa redistribuição da riqueza criada, valorizando os salários, as pensões e as reformas e ampliando e promovendo os serviços públicos para garantir dignas e melhoradas condições de vida aos trabalhadores e às populações; pela defesa da produção nacional, da agricultura, das pescas, da indústria e o controlo democrático, propriedade pública e colocação ao serviço do povo português de sectores essenciais (banca, energia, transportes, telecomunicações) ao progresso económico do País; pela paz e o fim da participação de Portugal e de forças militarizadas portuguesas na ingerência e agressão a outros povos.
A campanha eleitoral demonstrou que nenhuma outra força política assume e luta por este projecto emancipador e progressista, aliás consagrado (apesar dos sete processos de revisão) na Constituição da República Portuguesa. De outra forma não poderia ser, pois PS, PSD e CDS-PP são as forças da política da direita, tanto a nível nacional como na União Europeia, e o Bloco de Esquerda, tal como o PS, PSD e CDS-PP, defende e propõe o reforço dos poderes desta União Europeia, desprezando e desvalorizando a soberania nacional como garante da democracia e do progresso do País.
Falar, falar e falar
uma vez mais!
Tal como a ímpar e intensa intervenção realizada pelos deputados eleitos nas listas da CDU no Parlamento Europeu só foi possível e é resultado do trabalho e dedicação dos muitos e muitos militantes e activistas que integram este grande colectivo que é a CDU, também a presente campanha eleitoral para o Parlamento Europeu não podia ser realizada apenas pelos 30 candidatos.
Na nossa campanha eleitoral coexiste uma multiplicidade de iniciativas, mais ou menos participadas, mais ou menos conhecidas, exigindo mais ou menos organização, como a nossa grande marcha, os comícios, as sessões, as arruadas, a colocação da propaganda, entre muitos outros exemplos. No entanto, tão importante é a nossa participação nesta campanha (mais colectivamente) organizada como naquela outra que depende (apenas e só) da nossa iniciativa individual, junto da família, dos amigos, dos conhecidos, no local de trabalho ou de estudo, no bairro ou na rua onde moramos.
Só pela iniciativa de cada um de nós (colectiva ou individualmente organizada) é que poderemos todos chegar mais longe no dia 7 de Junho, conseguindo um melhor resultado para a CDU, tão útil para a continuação da luta que travamos.
Até dia 7 de Junho, até ao último momento, façamos (todos e cada um de nós) com que a nossa palavra de esperança, de determinação e confiança chegue a todos quantos estão à espera dela, os que indignados e revoltados aspiram por uma verdadeira mudança no País, só tornada possível pelo voto na CDU.
Para que aqueles que, ilusoriamente (e enganados), pensam que a abstenção ou o voto em branco é a mais firme expressão do seu protesto adquiram a consciência de que o seu voto, para ser verdadeiramente consequente e útil, deverá ser utilizado para dar força à CDU, a única força política (e mais nenhuma outra) que durante todos estes anos (e não só antes das eleições) lutou, mobilizou e organizou a luta contra a política de direita do PS (do PSD e do CDS~PP).
Aqui estamos!
Aqui estamos, como sempre estivemos e estaremos, intervindo, lutando, convictamente, unidos, de forma generosa e colectiva, para abrir o caminho da esperança, da liberdade, da justiça, da democracia e do progresso, do fim da exploração do homem pelo homem.
Avancemos!